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Em entrevista de emprego é tudo ou nada

Carreiras são feitas de momentos decisivos. Prepare-se para dominar o seu.

Carreiras são feitas de momentos decisivos

O quão preparado você está para uma entrevista de emprego? Talvez aquela que vai definir a sua carreira.

Geralmente, não sabemos. Certeza mesmo apenas quando somos (ou não) contratados.

Contudo, há entrevistas que sabemos que fomos bem. Algo nos diz que causamos uma boa impressão no entrevistador.

Mas, nesses casos, você saberia dizer então o que você fez certo?

Principalmente, você conseguiria repetir isso na próxima entrevista?

A maioria das pessoas não sabe.

O que faz você ter uma boa performance?

Há quem pense que tudo deu certo porque estava em um bom dia.

Outros, que o entrevistador foi receptivo.

Quem sabe você inconscientemente talvez tenha pensado: "Meu Deus, eu sou pessoa certa para essa vaga."

Isso pode ter feito você se sentir mais confiante.

Não dá para contar com a sorte

É possível que tudo isso seja verdade, mas alta performance em uma decisiva entrevista de emprego não pode depender das circunstâncias.

Se você vai participar de uma, você tem que ser O candidato.

O que está em jogo em uma entrevista?

Reflita sobre isto: você precisa ser competitivo o suficiente para fazer qualquer entrevistador pensar: "E se eu perder a chance de contratar ele (ou ela)?"

Porque, na verdade, o entrevistador está tentando resolver primeiro o problema dele (e só depois o da empresa).

Ele tem de escolher alguém para sua equipe ou para equipe de um colega. Só que esse alguém tem que valer a pena do ponto de vista do investimento (em treinamento, salários, tempo, benefícios etc.).

Se o candidato, depois de contratado, fracassa, o entrevistador fracassa… e, acredite, ele não quer pagar o preço por uma escolha mal-feita.

Claro, você pode ser a solução para o problema dele, mas você tem que mostrar isso — na entrevista!

Como fazer isso, sem contar com a sorte?

Três coisas.

Confiança nasce do preparo

Preparação, preparação e preparação.

Em outras palavras:

  • 1 Você tem que dominar o seu conteúdo (experiência, formação, qualidades, defeitos etc.);
  • 2 A sua linguagem verbal (como você usa a sua voz); e
  • 3 A sua linguagem não-verbal (como você usa a sua postura, gestos e expressões para comunicar).

Veja, se você não consegue selecionar, em uma fração de segundo, o seu conteúdo e compartilhá-lo de um modo articulado por meio de palavras e da sua expressão corporal, você vai ter que contar com a sorte.

Se você prefere contar com ela, então, se ajude a ter sorte.

"Sorte? Claro [que eu tive]. Mas só depois de muita prática."

Cresce quem pratica

Nosso trabalho é preparar você. Seja para uma entrevista específica, seja para você ter uma performance de alto nível em qualquer entrevista.

Entregamos a você técnicas de oratória e retórica. Mais do que isso, simulamos com você o uso dessas técnicas.

É a teoria na prática — e a prática no cenário mais próximo possível de uma real entrevista de emprego. Nós seremos o seu entrevistador!

Quem vai para o momento decisivo preparado, vai confiante.

Só quem já fez muitas vezes, faz bem

Assim como a repetição de um movimento desenvolve a memória muscular, a prática da comunicação desenvolve uma memória cognitiva.

No corpo, isso se traduz em precisão e economia de esforço. Na fala, se traduz na capacidade de pensar, falar e se comportar com fluidez, mesmo sob pressão.

Da seleção à contratação

Por fim, não perca isto de vista: um convite para uma entrevista de emprego significa que você já foi selecionado.

A questão agora é simples: você consegue se mostrar, na entrevista, melhor que os seus concorrentes?

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